
Flávio Bolsonaro lidera rejeição após áudio com Vorcaro, aponta pesquisa
O porcentual de entrevistados que disseram não votar nele de jeito nenhum saiu de 49,8% em abril para 52% em maio.

O porcentual de entrevistados que disseram não votar nele de jeito nenhum saiu de 49,8% em abril para 52% em maio.

Em comparação com o levantamento anterior, divulgado no dia 28 de abril, a desaprovação variou negativamente 1,2 ponto porcentual.

Com isso, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) passou a liderar a disputa contra Flávio no segundo turno e ampliou a vantagem no primeiro.

O levantamento é positivo para o governo, porque interrompe as sucessivas quedas do porcentual de aprovação.

A partir do dia 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado e não serão permitidas alterações nos dados dos eleitores.

A mudança ocorre em um momento-chave do calendário político, quando lideranças buscam posicionamento competitivo para as eleições proporcionais.

As declarações ocorreram nesta terça-feira (14), antes de uma reunião de Ciro com membros do PSDB na Câmara dos Deputados.

Os entrevistados que afirmam conhecer o petista, mas não votariam nele, mantiveram-se estáveis dentro da margem de erro e atingiram 55% em abril deste ano.

Embora o senador esteja numericamente à frente do presidente, os índices apontam para empate técnico dentro da margem de erro do levantamento, de dois pontos porcentuais para mais ou para menos

Na véspera, Lula havia dito que "dificilmente" não será candidato à reeleição, mas evitou dizer que concorrerá antes da convenção do PT, em julho.

No documento, ele deixa claro que a decisão é “expressa, solene, irrevogável e irretratável”, ou seja, sem possibilidade de recuo. A saída passa a valer a partir deste sábado (4).

Apesar dos anúncios, as candidaturas serão oficializadas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em agosto, quando começam as campanhas.