Padrasto é preso suspeito de agredir bebê em cidade do Espírito Santo
Além do padrasto, a mãe da criança também foi indiciada no curso do inquérito policial

Um homem, suspeito de agredir a própria enteada de 1 ano e 4 meses, foi preso pela Polícia Civil nesta segunda-feira (8). Por se tratar de um caso envolvendo uma menor de idade, o nome dos envolvidos e o endereço não serão divulgados.
Receba as principais notícias no seu WhatsApp! clique aquiSegundo a titular da Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), delegada Thais Cruz, o caso foi descoberto através de uma mensagem do hospital, relatando o espancamento do bebê.
“O caso chegou através de uma notificação do hospital, e que relatava a suspeita de maus tratos e espancamentos a uma criança, um bebê de um ano e quatro meses, e através também de contatos via telefone do conselho tutelar de Serra“, explicou a delegada.
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O crime
No dia 13 de junho, o primo contou que chegou na casa do investigado e a criança estava agonizando no chão. Ele solicitou o apoio da viatura e teve a idéia de colocar a criança no carrinho e ir para a rua pedir ajuda dos policiais.
Segundo a delegada Thais, a dupla de policiais militares socorreu a criança e no caminho do hospital, ela teve a primeira parada cardiorrespiratória. Eles conseguiram reanimar a criança e foram até a UPA de Serra. Na unidade, os médicos constataram que a criança não havia sofrido um engasgo. Nisso, o padrasto mudou a versão e disse que ela havia caído da cama. Porém, a criança apresentava vários hematomas pelo corpo.
O delegado-geral da Polícia Civil, José Darcy Arruda, informou que a criança vinha sendo molestada e agredida pelo suspeito. “Mais uma prisão importante, porque uma menina de 1 ano e 4 meses apanha e sofre uma tortura pelo padastro, quase indo à morte. Esse trabalho da DPCA é muito importante, pois tem feito esse trabalho foi muito isneiro. Foi possível identificar que essa criança vinha sendo molestada, agredida já há tempos”, contou.
O indivíduo foi preso por força de um mandado de prisão preventiva e a mãe da criança também foi indiciada no curso do inquérito policial.
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