Governo reage à articulação por urgência no PL da Anistia; veja
Sem conseguir evitar a apresentação do requerimento de urgência, o Palácio do Planalto agora mira parlamentares de partidos com ministérios na Esplanada que assinaram o pedido.

Diante da articulação de deputados para acelerar a tramitação do projeto de lei da anistia, o governo Lula decidiu adotar uma nova estratégia para tentar barrar o avanço da proposta na Câmara dos Deputados.
Sem conseguir evitar a apresentação do requerimento de urgência, o Palácio do Planalto agora mira parlamentares de partidos com ministérios na Esplanada que assinaram o pedido. A ameaça é retirar cargos indicados por essas siglas como forma de pressionar os deputados a recuarem.
Urgência
Além disso, lideranças governistas pretendem recorrer ao presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), alegando que há uma fila de mais de dois mil requerimentos de urgência aguardando votação. O objetivo é usar o argumento para desacelerar a tramitação do projeto da anistia, deixando-o parado como tantas outras propostas.
A movimentação do governo ocorre após a revelação de que 146 dos 264 deputados que assinaram o requerimento de urgência pertencem a partidos que integram a base aliada e ocupam ministérios. O gesto foi interpretado como um sinal de insatisfação e gerou forte reação no Palácio do Planalto.
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