Gripe aviária: Assembleia debate impactos e prevenção no ES
Além dos riscos à saúde, a gripe aviária pode provocar prejuízos econômicos significativos, já que o controle da doença pode exigir o sacrifício de aves em criadouros comerciais.

A Comissão de Agricultura da Assembleia Legislativa vai discutir, na próxima terça-feira (3), as medidas de prevenção e os impactos da gripe aviária no Espírito Santo. O estado está em Estado de Emergência Zoossanitária devido ao vírus H5N1, seguindo orientação nacional, com foco no reforço das ações de vigilância sanitária e controle da doença. A reunião será realizada às 10h, com transmissão ao vivo pelos canais institucionais do Legislativo.
Participam do debate o secretário de Estado da Agricultura, Enio Bergoli da Costa, e a médica veterinária Carolina Covre, representante da Associação dos Avicultores e Suinocultores do Espírito Santo. O Espírito Santo foi o primeiro estado brasileiro a registrar casos do vírus, em 2023, em aves silvestres migratórias. Neste ano, o Rio Grande do Sul notificou foco da doença, mas, até o momento, não há novos registros no território capixaba.
Segundo o Instituto de Defesa Agropecuária (Idaf), o vírus H5N1 afeta principalmente aves – incluindo as de produção, domésticas e selvagens – e, em casos raros, pode contaminar mamíferos, inclusive humanos, por contato direto. Além dos riscos à saúde, a gripe aviária pode provocar prejuízos econômicos significativos, já que o controle da doença pode exigir o sacrifício de aves em criadouros comerciais.
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