Dante Michelini foi decapitado ainda com vida, revela autor do crime
Em coletiva, delegado revela que Dante Michelini foi decapitado ainda com vida, segundo confissão do autor do crime em Guarapari.

A Polícia Civil afirmou nesta quarta-feira (11) que Dante foi decapitado ainda com vida, conforme relato do próprio autor do crime. A declaração ocorreu durante coletiva conduzida pelo chefe do Departamento Especializado de Homicídios e Proteção à Pessoa (DEHPP), delegado Fabrício Dutra.
Receba as principais notícias no seu WhatsApp! clique aquiA vítima, Dante Brito Michelini, de 76 anos, foi assassinada na noite de 19 de janeiro. Segundo a investigação, o crime ocorreu no sítio onde ele morava. O suspeito, Willian Santos Manzoli, de 28 anos, natural da Bahia, residia em Guarapari há pouco tempo.
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De acordo com o delegado, o investigado confessou detalhes da ação. Ele relatou como entrou na propriedade, como abordou a vítima e como praticou o homicídio. Além disso, explicou como retirou a cabeça da vítima e a transportou até Guarapari.
Ainda conforme a autoridade policial, o suspeito afirmou que descartou a cabeça no Mercado Central da cidade. A polícia não divulgou detalhes adicionais sobre a dinâmica do crime, em respeito à família.
Dante foi decapitado ainda com vida, afirma investigação
Durante a coletiva, o delegado afirmou que o acusado declarou que decapitou Dante ainda com vida. Além disso, destacou que o suspeito descreveu toda a sequência do crime de forma detalhada. A equipe de investigação confirmou que ele relatou cada etapa com precisão.
As apurações indicam que o autor invadiu o sítio com a intenção de dormir no local. Entretanto, a vítima o flagrou e o expulsou com um pedaço de madeira. Posteriormente, frequentadores de um ponto de venda de drogas ridicularizaram o suspeito pelo episódio.
De acordo com o delegado, essa situação motivou o crime. O investigado afirmou que se revoltou após sofrer chacota. Além disso, ele relatou que ouviu comentários envolvendo o caso Araceli, o que, segundo declarou, intensificou sua raiva.
Uma policial civil que integrou a investigação afirmou que o suspeito praticou atos de violência extrema. No entanto, a corporação optou por não divulgar detalhes específicos, a fim de preservar a dignidade da vítima e de seus familiares.
Após colher a confissão e reunir provas técnicas, a Polícia Civil declarou o caso esclarecido. Agora, o inquérito segue para os trâmites legais, e o suspeito responderá judicialmente pelos crimes apurados.
Por fim, o delegado ressaltou que as equipes especializadas atuaram de forma integrada e concluíram a investigação com rapidez. A Polícia Civil reafirmou que continuará combatendo com rigor os crimes contra a vida no Estado.
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