Segurança

Casal é preso por venda ilegal de canetas emagrecedoras e anabolizantes em Cachoeiro

Casal é preso em Cachoeiro de Itapemirim durante operação da Polícia Civil contra comércio ilegal de medicamentos para emagrecimento vendidos pelas redes sociais.

Foto: Divulgação/Polícia Civil

A Polícia Civil realizou, na manhã desta terça-feira (12), a Operação Fat-Free em Cachoeiro de Itapemirim e prendeu um casal suspeito de comercializar ilegalmente medicamentos para emagrecimento. 

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Segundo a corporação, os policiais cumpriram mandado de busca e apreensão em uma residência localizada no bairro Marbrasa. No imóvel, os investigadores encontraram medicamentos de uso controlado sem prescrição médica, entre eles Tirzepatida, Retatrutide, Alluvi e Lipostabil Endovena.

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De acordo com a Polícia Civil, a Retatrutide ainda não possui autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para comercialização no Brasil, permanecendo em fase de estudos clínicos.

Durante as buscas, também foram apreendidos celulares das marcas Apple e Samsung, dois notebooks, ampolas de testosterona, solução bacteriostática e agendas com anotações detalhadas sobre vendas, clientes e valores. As investigações apontam que a comercialização dos produtos ocorria por meio de perfis no Instagram.

O casal, de 35 e 42 anos, foi preso em flagrante e encaminhado à 7ª Delegacia Regional de Cachoeiro de Itapemirim, onde foram realizados os procedimentos legais.

Ainda durante a operação, equipes policiais cumpriram outro mandado de busca no bairro São Francisco de Assis contra um terceiro investigado. No entanto, nenhum material ilícito foi encontrado no local.

As investigações tiveram início após denúncias encaminhadas ao Conselho Regional de Farmácia do Espírito Santo (CRF/ES) e à Ouvidoria da Anvisa, que relataram a venda irregular dos medicamentos nas redes sociais. A Vigilância Sanitária Municipal confirmou as irregularidades apontadas.

Os suspeitos poderão responder pelo crime de falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais, previsto no artigo 273 do Código Penal. A pena pode chegar a 15 anos de reclusão, além de multa.

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Jornalista com mais de uma década de experiência em produção de conteúdo jornalístico e cobertura de temas políticos, de segurança pública e institucionais. Atua com redação e edição de matérias para diferentes plataformas. Também possui experiência em comunicação política e eleitoral, assessoria de imprensa e redação publicitária.