Suspeito de homicídio em MG é preso em Cariacica quatro dias após crime
Homem investigado por homicídio em Lajinha, Minas Gerais, é preso em Cariacica quatro dias após o crime durante ação conjunta das polícias.

Um homem de 30 anos, investigado por um homicídio ocorrido em Lajinha, Minas Gerais, foi preso na noite desta quarta-feira (19), no bairro Itaquari, em Cariacica. A prisão ocorreu quatro dias após o crime e contou com uma ação conjunta da Polícia Civil do Espírito Santo (PCES) e da Polícia Militar (PMES).
Receba as principais notícias no seu WhatsApp! clique aquiSegundo a PCES, equipes da Delegacia Especializada de Narcóticos (Denarc) de Venda Nova do Imigrante e da Delegacia de Polícia de Domingos Martins participaram das diligências. A Companhia Independente de Operações Especiais e Combate ao Crime Organizado (CIOE), da PMES, também atuou na operação.
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Os policiais chegaram ao suspeito após levantamentos de inteligência. Contra ele havia um mandado de prisão temporária expedido pelo Juízo da Vara Única da Comarca de Mutum, em Minas Gerais.
A equipe encontrou o homem no bairro Itaquari e cumpriu a ordem judicial. Durante a ação, os policiais também apreenderam o celular que estava com o investigado. A apreensão ocorreu a pedido da autoridade policial responsável pela investigação em Minas Gerais, já que o aparelho pode contribuir com as apurações.
O crime ocorreu no dia 15 de agosto, no distrito de Prata, em Lajinha. Conforme informações divulgadas pela imprensa local, um homem de 39 anos foi atingido por disparos de arma de fogo após uma discussão nas proximidades de um estabelecimento comercial.
Quatro dias depois, as forças de segurança localizaram o investigado no Espírito Santo.
Após o cumprimento do mandado, os policiais encaminharam o homem para a unidade prisional competente. Ele permanece à disposição da Justiça.
O titular da Denarc de Venda Nova do Imigrante, delegado Rodrigo Carvalho, destacou a atuação conjunta das forças de segurança. “A ação reforça a integração entre a Polícia Civil e a Polícia Militar, além da cooperação entre as forças de segurança dos Estados envolvidos na investigação”, afirmou.
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