Marcelo Santos faz balanço de mandato como presidente da Ales e destaca legislação mais dura para criminosos
Durante a entrevista, o candidato falou sobre sua atuação à frente da Assembleia Legislativa e apresentou propostas para eventual mandato em Brasília

O deputado estadual, presidente da Assembleia Legislativa do Espírito Santo e candidato a deputado federal, Marcelo Santos (União), foi o entrevistado desta quarta-feira (9) no programa Especial Eleições 2026, do aquinoticias.com.
Durante a entrevista, o candidato falou sobre sua atuação à frente da Assembleia Legislativa e apresentou propostas para áreas como segurança pública, saúde, infraestrutura, reforma tributária e geração de empregos. Também defendeu mudanças nas leis penais, políticas públicas para mulheres e a redução da escala 6×1.
Ao falar sobre sua atuação como presidente da Assembleia Legislativa e sobre a contribuição do Legislativo para o desenvolvimento do Espírito Santo, Marcelo Santos destacou a evolução do orçamento estadual e o papel dos deputados na aprovação e fiscalização dos recursos públicos.
“Quando eu cheguei na Assembleia, há muito tempo atrás, o orçamento do Estado era de R$ 3,7 bilhões para todo mundo. Para todo mundo que eu falo, é para o governo, para a Assembleia, para o Judiciário, Ministério Público, Defensoria, Tribunal de Contas e para todas as áreas: saúde, educação, segurança, e para dividir com os municípios. Hoje nós estamos com o orçamento que passa da casa dos R$ 32 bilhões e teremos um orçamento em 2027 que vai passar da casa dos R$ 34 bilhões. Ou seja, a Assembleia foi uma grande e importante protagonista para que nós saíssemos de um Estado quebrado para chegar ao Estado hoje com essa capacidade de investimento”, explicou.
Questionado sobre segurança pública e sobre o papel de um deputado federal no combate ao crime organizado, Marcelo Santos afirmou que pretende atuar na discussão de leis que tenham alcance nacional. Ele também defendeu mudanças na legislação penal e abordou a redução da maioridade penal.
“Eu quero ir para Brasília de forma coerente fazer um debate como esse, tão, tão sensível, que é a redução da maioridade penal, e efetivamente ampliar punições mais severas para quem comete crime de colarinho branco, para quem participa de Comando Vermelho, Preto, Azul e Amarelo, facções criminosas. Para quem colocar fogo em ônibus, ser taxado como terrorista. Não dá para passar a mão na cabeça de quem coloca fogo em ônibus lotado de trabalhador assalariado e achar que é um crime comum”, afirma.
Na sequência, o candidato foi questionado sobre a violência contra a mulher e sobre quais políticas públicas poderiam ser adotadas, além das medidas de proteção e punições previstas para os agressores. O deputado apontou ações que deem condições para que mulheres em relações violentas possam romper a dependência financeira.
Sobre a saúde pública, o candidato foi questionado sobre as filas para consultas e exames e sobre medidas que poderiam ser adotadas em âmbito nacional e no Espírito Santo. Ele propõe o fortalecimento da atenção básica e dos serviços oferecidos pelos municípios como forma de reduzir a pressão sobre hospitais e unidades de pronto atendimento.
No encerramento, Marcelo Santos também citou o programa Arranjo Produtivo como uma proposta que pretende levar para Brasília.
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