Segurança

Polícia Civil prende três criminosos após furtos em escola de Marataízes

Polícia Civil e Guarda Municipal recuperaram computador e televisão levados da mesma unidade de ensino em duas ocorrências.

Foto: Divulgação/Polícia Civil

Três homens foram presos nesta quinta-feira (6) após uma investigação sobre furtos de equipamentos de uma escola municipal na comunidade de Curvina, na zona rural de Marataízes.

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A ação reuniu a Polícia Civil, a ROMU e o Serviço de Inteligência da Guarda Civil Municipal. Um computador e uma televisão levados da unidade foram recuperados.

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O furto mais recente foi percebido nas primeiras horas do dia, quando funcionárias encontraram a sala dos professores arrombada. Segundo a Polícia Civil, o suspeito escalou um muro de aproximadamente três metros, forçou um portão e quebrou uma janela para entrar.

Do local, foram levados um computador completo e uma mangueira de 40 metros. O prejuízo foi estimado em cerca de R$ 4 mil.

Suspeito confessou outro furto

Após levantamentos, as equipes localizaram um homem de 36 anos na comunidade de Imburi. Conforme a Polícia Civil, ele confessou o furto e indicou onde o computador estava escondido.

Durante a ocorrência, o suspeito também teria admitido participação em outro furto contra a mesma escola, registrado em 12 de julho, quando uma televisão foi levada.

As diligências continuaram em Lagoa do Siri, onde outros dois homens, de 38 e 35 anos, foram presos. Segundo a investigação, eles teriam recebido e escondido a televisão, encontrada dentro de uma residência.

Os três foram encaminhados à Delegacia de Polícia de Marataízes. O homem de 36 anos foi autuado por furto qualificado mediante rompimento de obstáculo, enquanto os outros dois responderão por receptação.

A Polícia Civil informou que representou pela prisão preventiva dos conduzidos. Os equipamentos recuperados serão devolvidos à escola.

Segundo o delegado Thiago Gomes Viana, a rápida resposta foi resultado da integração entre a Polícia Civil e a Guarda Municipal. Ele destacou que crimes contra o patrimônio escolar afetam diretamente estudantes e a comunidade e terão tratamento prioritário pela delegacia.

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Jornalista com mais de uma década de experiência em produção de conteúdo jornalístico e cobertura de temas políticos, de segurança pública e institucionais. Atua com redação e edição de matérias para diferentes plataformas. Também possui experiência em comunicação política e eleitoral, assessoria de imprensa e redação publicitária.