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Luciana Gimenez nega ligação com Epstein após ter nome associado ao bilionário

Segundo a nota, as transferências saíram da conta de investimentos de Luciana para a conta física da apresentadora

Luciana Gimenez
Foto: Redes Sociais

Após ter o nome relacionado a Jeffrey Epstein, a apresentadora Luciana Gimenez negou que tenha conhecido ou tido contato com o bilionário. Ela publicou uma nota no Instagram nesta segunda-feira, 9, depois que transferências bancárias realizadas por Epstein constaram como feitas a Luciana no site do Departamento de Justiça dos Estados Unidos.

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Luciana repudiou uma “tentativa de associar seu nome a essas situações”, citando os crimes cometidos por Epstein, e acusou o banco em que possuía conta, o Deutsche Bank Trust Company Americas, de “vinculação indevida”. Ela disse ter questionado a instituição bancária e informou que aguarda resposta.

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Conforme o comunicado, informações preliminares apontaram que o governo norte-americano “solicitou os registros à instituição financeira em determinados períodos, sem qualquer seleção individualizada dos dados ou vinculação específica”. “O conjunto completo de documentos foi encaminhado e publicado na plataforma oficial, sem apuração prévia do conteúdo e contexto. Por isso, constam nos arquivos nomes de diversos clientes do banco, incluindo de Luciana, que nada têm a ver com o caso em questão e que também fizeram transações naquele período”, diz um trecho.

Ainda segundo a nota, as transferências saíram da conta de investimentos de Luciana para a conta física da apresentadora. “A apresentadora permanece à disposição das autoridades para prestar todos os esclarecimentos necessários e pede cautela, seriedade e responsabilidade na divulgação das informações, a fim de evitar interpretações equivocadas e danos injustificados à sua reputação.”

Leia a nota completa:

“Luciana Gimenez esclarece que nunca conheceu Jeffrey Epstein e jamais teve qualquer tipo de contato pessoal, profissional ou financeiro com ele.

A apresentadora reforça que nunca compactuou, nem compactuaria, com práticas ilícitas ou criminosas, repudiando de forma categórica qualquer tentativa de associar seu nome a essas situações.

Após identificar a menção a seu nome em documentos disponibilizados no site do Departamento de Justiça dos Estados Unidos, Luciana entrou em contato com a instituição bancária Deutsche Bank Trust Company Americas, onde possuía conta, para compreender a razão dessa vinculação indevida e aguarda resposta.

Inicialmente e conforme informações preliminares obtidas junto ao banco, o governo americano solicitou os registros à instituição financeira em determinados períodos, sem qualquer seleção individualizada dos dados ou vinculação específica. O conjunto completo de documentos foi encaminhado e publicado na plataforma oficial, sem apuração prévia do conteúdo e contexto. Por isso, constam nos arquivos nomes de diversos clientes do banco, incluindo de Luciana, que nada têm a ver com o caso em questão e que também fizeram transações naquele período.

A priori, as movimentações citadas que envolvem a apresentadora referem-se exclusivamente a transferências de sua conta de investimentos para sua conta de pessoa física. Por se tratarem de dados antigos, o banco está trabalhando para compilar todas essas transações internas e comprovar que se tratam de transferências da própria Luciana para si mesma. Já foi explicado e compreendido que é esse o contexto das informações divulgadas.

A apresentadora permanece à disposição das autoridades para prestar todos os esclarecimentos necessários e pede cautela, seriedade e responsabilidade na divulgação das informações, a fim de evitar interpretações equivocadas e danos injustificados à sua reputação.”

Entenda o caso

O nome de Luciana Gimenez surgiu em documentos divulgados no site do Departamento de Justiça dos Estados Unidos. As informações citam transferências financeiras realizadas entre 2014 e 2018.

Enquanto isso, Jeffrey Epstein morreu em 2019, cerca de um mês após sua prisão em Nova York. À época, a autópsia concluiu que o financista tirou a própria vida dentro da prisão.

Antes disso, autoridades acusaram Epstein de comandar uma rede de exploração e tráfico sexual de menores. Segundo as investigações, ele atuava ao lado da ex-namorada, Ghislaine Maxwell.

De acordo com as acusações, Epstein recrutou adolescentes para a prática de atos sexuais em troca de dinheiro. Os crimes teriam ocorrido em propriedades localizadas em Nova York, Flórida, Novo México e também em sua ilha particular no Caribe, entre 2002 e 2005.

Recentemente, o caso voltou ao centro do debate público. Isso porque milhões de páginas relacionadas ao bilionário vieram a público na semana passada.

Os documentos, por sua vez, revelaram conexões de Epstein com figuras influentes e conhecidas mundialmente. Entre os nomes citados estão o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, o empresário Elon Musk e o ex-príncipe britânico Andrew, irmão do rei Charles III.

Dessa forma, a divulgação dos arquivos reacendeu discussões sobre a extensão da rede de relacionamentos do financista e o alcance das investigações envolvendo o caso.

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