Tensão no Oriente Médio: EUA e Irã buscam acordo nuclear, mas o que está em jogo?
Hegseth afirmou que o presidente dos EUA, Donald Trump, coloca a América e os americanos em primeiro lugar, como ocorreu na decisão de ofensiva de Washington contra Teerã.

O secretário de Guerra dos Estados Unidos (EUA), Pete Hegseth, afirmou nesta segunda-feira (2), em coletiva no Pentágono, que o Irã não pode e “nunca” terá armas nucleares, classificando o regime de Teerã como “insano”. Ele lembrou que o governo iraniano jurou morte aos americanos, mas “recebeu morte feita por americanos” na operação “Fúria Épica”.
Receba as principais notícias no seu WhatsApp! clique aqui“O Irã estava construindo um escudo para suas ambições nucleares. Se eles estivessem construindo armas nucleares para a paz, não precisavam esconder de forma tão subterrânea”, afirmou. Segundo Hegseth, o país persa não sofreu uma guerra de mudança de regime, mas o regime “de fato” mudou.
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Hegseth afirmou que o presidente dos EUA, Donald Trump, coloca a América e os americanos em primeiro lugar, como ocorreu na decisão de ofensiva de Washington contra Teerã. Ele disse esperar que os iranianos aproveitem a situação para alterar o governo e alertou as forças de segurança iranianas: “Escolham com sabedoria”.
“Nossas ambições sobre o Irã não são utópicas, são reais. Vamos encerrar esses ataques apenas sob os termos de Trump, de mais ninguém. Vamos encerrar isso sob as condições de América em primeiro lugar”, acrescentou.
Também presente na coletiva, o Chefe do Estado-Maior Conjunto dos EUA, Dan Caine, afirmou que a operação no Irã levará algum tempo para ser concluída. Segundo ele, a crise em curso no Oriente Médio não se resolve em uma única noite.
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