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Morre Adriana Araújo, ícone do samba mineiro, aos 49 anos

Segundo a assessoria da artista, ela passou mal em casa na noite do último sábado, 28, e foi levada a uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) após um desmaio.

Adriana Araújo
Foto: Reprodução/Redes sociais

A cantora Adriana Araújo, uma das principais vozes do samba em Minas Gerais, morreu nesta segunda-feira (2), aos 49 anos. A informação foi confirmada em suas redes sociais.

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“Adriana foi muito mais do que uma grande voz do samba. Foi abraço largo, sorriso fácil, coração generoso e uma alegria de viver que iluminava todos ao seu redor. O samba sentirá profundamente sua ausência, mas não apenas ele. Sentirão falta todos que um dia receberam seu carinho, sua escuta atenta e seu caloroso abraço”, diz o comunicado.

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Segundo a assessoria da artista, ela passou mal em casa na noite do último sábado, 28, e foi levada a uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) após um desmaio. Em seguida, foi transferida para o Hospital Odilon Behrens, na capital mineira. Depois de exames, foi constatado um aneurisma cerebral que provocou uma hemorragia de grande extensão. Desde então, Adriana estava intubada e em coma, em estado grave.

Ela deixa o marido, Evaldo, e um filho, Daniel. “Sua presença ficará eternamente em nossos corações e também registrada nas plataformas onde compartilhou sua arte, permitindo que sua voz continue ecoando e tocando vidas para sempre”, continua o comunicado. “Neste momento de dor, pedimos orações e boas energias para seu filho Daniel e para seu marido Evaldo, para que encontrem força e amparo.”

Nascida na comunidade Pedreira Prado Lopes (PPL), na região da Lagoinha, em BH, Adriana tem origem em uma área historicamente ligada ao samba na capital mineira. Compositora e intérprete, ela demonstrava interesse na música desde a infância, e passou a ganhar destaque local em 2008, quando foi convidada a interpretar Nasci para Cantar e Sonhar, clássico de Dona Ivone Lara, em um show.

Desde então, integrou o grupo Simplicidade do Samba e tornou-se figura marcada em rodas de samba. Assumiu carreira solo em 2020, e lançou o álbum autoral Minha Verdade. Já dividiu palco com nomes consagrados, como Jorge Aragão, Leci Brandão, Fabiana Cozza, Diogo Nogueira e Arlindinho.

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