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Homem mata esposa e constrói campo de areia para esconder o corpo

Corpo da professora Elisângela Barbosa de Almeida foi localizado no quintal da residência; suspeito confessou o crime e foi preso

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Foto: Reprodução

A Polícia Civil localizou o corpo da professora Elisângela Barbosa de Almeida enterrado no quintal da própria casa, em Pariquera-Açu, no interior de São Paulo. O marido dela, Jacemir Bueno de Almeida, confessou o crime e acabou preso após o avanço das investigações.

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Inicialmente, a família registrou o desaparecimento da professora na segunda-feira (20). No entanto, durante as diligências, os policiais intensificaram as buscas e, posteriormente, encontraram o corpo na sexta-feira (24), no imóvel localizado no bairro Vila São João.

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Antes disso, o suspeito chegou a tentar despistar a investigação. Ele utilizou o celular da vítima para responder mensagens, simulando que ela ainda estava viva. Além disso, ele prestou depoimento na delegacia e relatou detalhes da rotina da professora, o que levantou suspeitas.

Durante o interrogatório, Jacemir afirmou que mantinha um relacionamento de cerca de 15 anos com Elisângela. Ele também declarou que o casal havia discutido dias antes do desaparecimento. Contudo, a Polícia Civil apurou que a vítima já estava morta nesse período.

Segundo a investigação, o crime ocorreu na madrugada da terça-feira (21). O suspeito relatou que atingiu a professora com um golpe no rosto. Em seguida, conforme seu depoimento, ela caiu e passou mal. Diante da situação, ele decidiu esconder o corpo no quintal da residência.

Construção de um campo

Além disso, o homem afirmou que realizou mudanças no terreno utilizando areia de uma obra. Ele alegou que preparava o espaço para montar uma área de lazer para o filho do casal, de 10 anos. No entanto, foi exatamente nesse local que os policiais encontraram o corpo.

Durante o depoimento, o suspeito ainda mencionou que o filho teria participado da construção da área. Entretanto, a Polícia Civil confirmou que a criança não teve qualquer envolvimento no crime nem na ocultação do corpo.

Com informações do G1

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Estudante de jornalismo pela Unidade Estácio, atua na parte de segurança do portal AQUINOTICIAS.COM. Apaixonada pela área, trabalhou pela primeira vez como estagiária de jornalista aos 18 anos e nunca mais cogitou outro caminho.