Proposta prevê auxílio financeiro a educadores que atuam em regiões remotas no ES
Entre outros objetivos, a iniciativa visa equilibrar o salário entre professores da cidade e do campo e incentivar a permanência destes na zona rural.

Educadores que exercem a profissão em zonas rurais consideradas de difícil acesso poderão ter um auxílio financeiro mensal. Esse é o mote da Indicação 967/2026 apresentada pela parlamentar Iriny Lopes (PT). Aprovada em plenário, a matéria foi enviada ao Executivo.
Para colocar a política em prática, a deputada propõe a criação do Programa de Auxílio Financeiro para Educadores do Campo em Áreas de Difícil Acesso, classificada por aspectos como distância em relação ao centro urbano, condição de trafegabilidade e escassez de transporte público regular.
Entre outros objetivos, a iniciativa visa equilibrar o salário entre professores da cidade e do campo e incentivar a permanência destes na zona rural. Para terem direito ao benefício, além de morar nesses locais, os docentes deverão estar em efetivo exercício e atestar que precisam de deslocamento ou moradia suplementar.
Embora a indicação não institua o valor do auxílio, que será de natureza indenizatória, portanto, não incorporado ao vencimento, ele será de calculado de acordo com cada situação do educador.
“Embora o piso salarial seja unificado, a renda de um professor que atua em áreas de difícil acesso é drasticamente reduzida pelos custos elevados com transporte”, justifica a autora na mensagem do texto. Segundo ela, o cenário leva ao uma “distorção salarial” quando comparado aos professores da cidade.
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