Operação Beagle Boys prende líder de grupo criminoso em Marataízes
Segunda fase da Operação Beagle Boys resultou na prisão de um dos líderes dos “Irmãos Metralha”; co-líder da organização segue foragido.

A Polícia Civil do Espírito Santo prendeu, na quarta-feira (10), um homem apontado como líder da organização criminosa conhecida como “Irmãos Metralha”. A captura ocorreu em Marataízes, durante a segunda fase da Operação Beagle Boys, com apoio da Guarda Civil Municipal (GCM).
Receba as principais notícias no seu WhatsApp! clique aquiDe acordo com as investigações, o suspeito e o irmão, que segue foragido, são apontados como responsáveis pelo comando do grupo criminoso, que atua no tráfico de drogas na região da Barra de Itapemirim. Ambos tiveram a prisão preventiva decretada pela 2ª Vara Criminal Regional de Itapemirim e Marataízes pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico.
Prisão ocorreu em bairro de Marataízes
Os policiais localizaram o investigado em uma residência no bairro Acapulco, em Marataízes. A abordagem ocorreu sem resistência, e um aparelho celular foi apreendido para auxiliar na continuidade das investigações.
A segunda fase da Operação Beagle Boys é um desdobramento da ação realizada em maio deste ano. Na ocasião, cinco integrantes do grupo foram presos em flagrante, e os agentes apreenderam cocaína, maconha e milhares de microtubos utilizados no armazenamento e comercialização de entorpecentes.
As investigações revelaram que os dois irmãos não estavam no imóvel alvo da primeira fase e teriam deixado a região após a operação.
Co-líder da organização segue foragido
Segundo a Polícia Civil, o irmão do suspeito preso continua foragido e é apontado como um dos responsáveis pela coordenação da distribuição de drogas na região.
As buscas seguem em andamento. Informações sobre o paradeiro do investigado podem ser repassadas, de forma anônima, pelo Disque-Denúncia 181.
Organização atuava na Barra de Itapemirim
Conforme a Polícia Civil, a organização criminosa possuía uma estrutura hierarquizada e divisão de tarefas entre os integrantes para o comércio ilegal de drogas na Barra de Itapemirim.
A decisão judicial que determinou as prisões também menciona antecedentes criminais dos investigados relacionados a homicídio, porte ilegal de arma de fogo e tráfico de drogas.
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