Segurança

Câmeras identificam dois foragidos em três horas na Grande Vitória

Suspeitos procurados por tráfico de drogas e homicídio foram localizados em terminais do Transcol, em Vila Velha e Cariacica.

Foto: Divulgação/Polícia Civil

Em um intervalo de aproximadamente três horas, o sistema de reconhecimento facial instalado no transporte coletivo da Grande Vitória ajudou a localizar dois homens procurados pela Justiça. As prisões ocorreram na manhã desta terça-feira (14), em terminais do Sistema Transcol.

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Um dos foragidos tinha condenação por tráfico de drogas. O outro era procurado desde 2007 por um homicídio ocorrido em Minas Gerais. Segundo as autoridades, o mandado relacionado ao assassinato prescreveria em quatro meses.

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A primeira ocorrência aconteceu por volta das 7h30, em Vila Velha. Uma câmera instalada em um ônibus da linha 654, que liga Lagoa de Jabaeté ao Terminal de Itaparica, emitiu um alerta após um passageiro pular a roleta.

O sistema indicou que o homem poderia ser Ericlis de Souza Bomfim. Após consultarem o Banco Nacional de Mandados de Prisão, os agentes constataram que havia uma ordem judicial contra ele para o cumprimento de pena por tráfico de drogas.

Policiais militares localizaram o suspeito dentro do Terminal de Itaparica. Ele foi abordado e encaminhado à Delegacia Regional de Vila Velha.

Procurado desde 2007 foi localizado em Cariacica

A segunda prisão ocorreu por volta das 10h30, no Terminal de Jardim América, em Cariacica.

As câmeras reconheceram Paulo Cezar Pinto, de 59 anos, enquanto ele caminhava pelo terminal. Contra ele havia um mandado de prisão por homicídio expedido em 2007, no município de Resplendor, em Minas Gerais.

Após o alerta, agentes do Núcleo de Intervenções Rápidas (NIR) acionaram equipes da Polícia Militar. O homem foi abordado e levado à Delegacia Regional de Cariacica, onde a ordem judicial foi cumprida.

De acordo com o coordenador do NIR, coronel Leandro Menezes, a integração entre tecnologia, policiais e servidores permitiu localizar os foragidos e evitar que o crime de homicídio prescrevesse.

Segundo o núcleo, o sistema de reconhecimento facial já contribuiu para 810 prisões. As abordagens ocorrem após a identificação de pessoas com mandados judiciais em aberto.

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Jornalista com mais de uma década de experiência em produção de conteúdo jornalístico e cobertura de temas políticos, de segurança pública e institucionais. Atua com redação e edição de matérias para diferentes plataformas. Também possui experiência em comunicação política e eleitoral, assessoria de imprensa e redação publicitária.