
Filme de Bolsonaro virou 'comédia de erros' que ameaça candidatura de Flávio
Na análise do Financial Times, a controvérsia em torno do financiamento do projeto levanta dúvidas sobre a viabilidade eleitoral de Flávio

Na análise do Financial Times, a controvérsia em torno do financiamento do projeto levanta dúvidas sobre a viabilidade eleitoral de Flávio

Ambos também oscilaram no limite da margem de erro. Na última rodada, realizada na semana passada, Lula e Flávio tinham 45%.

O senador disse só ter percebido a gravidade da situação no fim de 2025, quando Vorcaro foi preso.

O porcentual de entrevistados que disseram não votar nele de jeito nenhum saiu de 49,8% em abril para 52% em maio.

Em comparação com o levantamento anterior, divulgado no dia 28 de abril, a desaprovação variou negativamente 1,2 ponto porcentual.

Com isso, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) passou a liderar a disputa contra Flávio no segundo turno e ampliou a vantagem no primeiro.

O levantamento é positivo para o governo, porque interrompe as sucessivas quedas do porcentual de aprovação.

A partir do dia 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado e não serão permitidas alterações nos dados dos eleitores.

A mudança ocorre em um momento-chave do calendário político, quando lideranças buscam posicionamento competitivo para as eleições proporcionais.

As declarações ocorreram nesta terça-feira (14), antes de uma reunião de Ciro com membros do PSDB na Câmara dos Deputados.

Os entrevistados que afirmam conhecer o petista, mas não votariam nele, mantiveram-se estáveis dentro da margem de erro e atingiram 55% em abril deste ano.

Embora o senador esteja numericamente à frente do presidente, os índices apontam para empate técnico dentro da margem de erro do levantamento, de dois pontos porcentuais para mais ou para menos