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Aprender idiomas traz benefícios além dos profissionais

Melhora em aspectos de saúde, facilidade em viagens e fortalecimento de bons hábitos são também ganhos percebidos por quem estuda uma segunda língua

Por Redação

3 mins de leitura

em 31 de maio de 2024, às 10h09

Foto: Pixabay

Muito se fala sobre como aprender a falar, ler e entender idiomas possibilita uma série de boas oportunidades na vida acadêmica e no mercado de trabalho. O que pouco se diz, é que estudar uma segunda língua proporciona benefícios também para a saúde e os relacionamentos.

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Isso é o que concluiu um estudo conduzido por quase 40 anos pela neurocientista Ellen Bialystok, da Universidade de York, em Toronto, no Canadá, que revelou que uma pessoa bilíngue possui maior reserva cognitiva. Ou seja, mais capacidades intelectuais e emocionais, como linguagem, memória, compreensão, percepção, etc., e mais facilidade para realizar várias tarefas ao mesmo tempo.

O estudo mostrou ainda que o cérebro bilinguista também apresenta maior resistência ao declínio cognitivo que pode ocorrer em idades mais avançadas, podendo a Doença de Alzheimer, por exemplo, aparecer de cinco a seis anos mais tarde nesses pacientes que se comunicam em dois idiomas.

Viagens, trabalho e lazer

Além dos benefícios para a saúde, Danilo Miglio, diretor Comercial da English Work, plataforma capixaba de estudo on-line de inglês, reforça que o estudo de uma segunda língua é muito útil durante viagens a trabalho ou lazer. “O inglês é o idioma oficial de mais de 60 países. Dominá-lo possibilita mais confiança, tranquilidade, desenvoltura e segurança para percorrer o mundo e conhecer novas culturas e pessoas. Assim, saindo-se melhor também em imprevistos e contratempos que sempre podem acontecer durante os passeios. Quem já passou por eles sabe que se comunicar bem nessas horas é uma grande vantagem”, orienta.

O diretor acrescenta ainda que aprender uma nova linguagem é uma forma de desenvolver a disciplina. Um comportamento tão fundamental em todos os aspectos da vida, da infância até a velhice. “Isso porque é necessário dedicar-se aos estudos, estar motivado mesmo diante de conteúdos mais complexos. Manter constância na prática, e ter a humildade de reconhecer que o aprendizado nunca tem fim”, explica. 

Danilo lamenta, entretanto, que durante muitos anos estudar inglês foi um privilégio apenas de pessoas com maior renda, já que os valores cobrados pelas aulas eram altos e inacessíveis. “Além disso, somente crianças e jovens comumente dedicavam-se mais a esse tipo de estudo. Atualmente, além de a educação continuada estar mais difundida, é possível aprender o idioma até pela internet, com custo mais acessível e em qualquer momento do dia. Basta querer!”, incentiva.

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