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Segurança

Castelo: homem que matou família é condenado a mais de 108 anos de prisão

O crime ocorreu no dia 10 de dezembro de 2022, em Aracuí, zona rural de Castelo. Além disso, o homem ateou fogo na casa

Por Redação

2 mins de leitura

em 11 de jun de 2024, às 09h00

Foto: Divulgação

A Promotoria de Justiça Criminal de Castelo, condenou a 108 anos e 10 meses de prisão, o homem que matou e ateou fogo na própria família, em Aracuí, zona rural de Castelo. O crime ocorreu no dia 10 de dezembro de 2022.

Segundo o MPES, a condenação de Fabiano Alves se deu pelo homicídio qualificado contra a então companheira Roseany Carlos Seabra, de 40 anos, e dos três enteados, Wellington Carlos Seabra, de 22, Eduarda Carlos Seabra, de 17 e Crislaine Calos Baltazar, de 8 anos. Fabiano cumprirá a pena inicialmente em regime fechado.

No entanto, o Promotor de Justiça Luis Felipe Simão considerou que a pena que ultrapassou a 100 anos de prisão foi compatível com o crime bárbaro cometido contra quatro pessoas da mesma família.

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Relembre a morte da família em Castelo

As quatro pessoas da mesma família foram encontradas mortas em uma casa incendiada na tarde deste domingo (10), em Aracuí, no interior de Castelo. No crime, morreram uma mulher e os três filhos dela.

De acordo com o titular da Delegacia de Castelo, o homem matou a companheira e os filhos dela e, depois, ateou fogo na residência. A perícia inicial apontou que, embora os corpos estivessem carbonizados, havia indícios de ferimentos profundos na cabeça das vítimas, aparentemente causados por uma marreta.

Durante o depoimento à PC, o homem entrou em contradição diversas vezes, o que levantou suspeitas. Ainda de acordo com o delegado, durante a apuração inicial do caso, foi possível saber que o homem não aceitava o fim do relacionamento. 

Após os exames periciais iniciais foi possível constatar que as vítimas não morreram em decorrência do incêndio e, sim, pelas agressões por objeto contundente. A polícia prendeu o suspeito e encaminhou ele para Centro de Detenção Provisória de Cachoeiro de Itapemirim, onde ficou à disposição da Justiça. O caso estava em invetigação até a condenação nesta segunda-feira (10).

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