Marataízes: projeto reúne quase 500 alunos para doar sangue
Além das doações, o projeto está planejando realizar uma corrida de doadores

O projeto “A GOTA QUE FALTAVA“, criado por Madsson Marçal Miguel, professor e doador de sangue a mais de 10 anos, irá realizar, pela segunda vez, a campanha de doação de medula óssea.
Receba as principais notícias no seu WhatsApp! clique aquiCom quase 500 alunos de Marataízes, as doações de sangue já começaram, e seguem até o final deste ano. Segundo Madsson, ainda restam por volta de 250 a 300 alunos, que ainda estão esperando para realizar as doações.
A segunda edição do projeto, que já conta com três anos, acontecerá no dia 15 de agosto de 2025, das 7h às 13h, dependendo da quantidade de doadores, o horário pode se estender até às 14h. O local ainda está sendo resolvido, junto com a Secretaria de Estado de Saúde do Espírito Santo (Sesa).
Além das doações, o projeto está planejando realizar uma corrida de doadores, ainda em 2025, para promover a campanha, contudo, a data e local ainda vão ser decididos, junto com a Secretaria de Esportes e Lazer (Sesport).
Quem pode doar sangue?
Inicialmente, a campanha está sendo realizada com alunos, que tenham 16 anos ou mais e autorização dos responsáveis. Porém, Madsson pretende abrir a campanha para toda cidade, com o intuito de transformar o projeto em algo ainda maior.
“Tem muita gente mandando mensagem no privado, perguntando se pode participar. Seria legal se nós conseguíssemos ganhar força, abrindo para todos os moradores de Marataízes e região. Todo mundo tem o direito de doar”, ressaltou Madsson.
Campanha
A campanha que Madsson criou com os alunos, veio de um pensamento sobre a quantidade de pessoas de Cachoeiro de Itapemirim e todas as cidades vizinhas, que segundo o professor, daria mais de 500 mil habitantes. Mesmo com tantas pessoas, o polo de doação de sangue não se consegue arrecadar 1000 bolsas de sangue, ainda segundo Madsson. “É uma defasassem muito grande, e o a bolsa de sangue tem um processo de vencimento muito rápido, das plaquetas. Ou seja, sempre está precisando”, finalizou o professor.





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