Cinema e Streaming

Sessão Azul exibe 'Toy Story 5 em sala adaptada para autistas

Os ingressos para esta sessão são vendidos ao preço único de R$ 12,00. Então, que tal uma tarde divertida no cinema?

Foto: Divulgação

No próximo domingo, 26 de julho a partir das 14h45, o Cine Hitz Perim Center, em Cachoeiro de Itapemirim, vai realizar mais uma Sessão Azul. Trata-se de uma sessão especial, adaptada para pessoas portadoras do Transtorno do Espectro Autista (TEA). O filme escolhido para este mês é “Toy Story 5”.

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Os ingressos para esta sessão são vendidos ao preço único de R$ 12,00. Então, que tal uma tarde divertida no cinema?

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O projeto Sessão Azul consiste em adaptar sessões de cinema para esse público, com exibições exclusivas. Aliás, nelas a família tem todo o suporte para que os filhos possam se sentir à vontade e curtir o espetáculo.

Sendo assim, nesta sessão as luzes da sala ficam acesas o tempo todo e o som mais baixo, para que as crianças com distúrbio sensorial se sintam mais confortáveis durante todo o filme. Além disso, o público tem liberdade para circular na sala ou mesmo de sair e voltar.

Sessão Azul terá ‘Toy Story 5’

O quinto filme da franquia Toy Story, dirigido por Andrew Stanton (Procurando Nemo e Vida de Inseto), vai mostrar como os brinquedos lidam com a chegada da tecnologia. Agora com 8 anos de idade, Bonnie descobre um novo passatempo: o tablet.

Lilypad (Greta Lee) é um dispositivo que consegue criar mundos virtuais inteiros prendendo a atenção de Bonnie e a fazendo se distanciar dos brinquedos. Jessie (Joan Cusack) tenta manter todos unidos e esperançosos, mas quanto mais tempo Bonnie passa com Lilypad, mais os brinquedos entram em desespero.

É nesse contexto que uma importante figura retorna! Woody (Tom Hanks), mais velho e experiente, vai tentar tudo que pode para ajudar todos a conseguirem lidar com essa nova realidade. Buzz Lightyear (Tim Allen), Woody, Jessie e os demais brinquedos seguem uma jornada difícil de aprendizado que revela que a tecnologia e a tradição podem coexistir, mas também acendem um alerta sobre a quantidade de horas que uma criança passa em frente a telas, adaptação e a perda de afeto humano com a chegada do distanciamento causado pelo digital.

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