Disputa pela presidência do TJES esquenta com nova regra de votação
Com o novo cenário, a definição do próximo presidente se torna imprevisível.

A eleição para a presidência do Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES), marcada para outubro, já movimenta os bastidores do Judiciário capixaba. Três desembargadores despontam como possíveis candidatos, em meio a uma mudança nas regras que promete tornar a disputa mais acirrada.
Desde novembro do ano passado, o Plenário do TJES decidiu que o processo de escolha será realizado por voto secreto. A alteração quebra uma tradição que, com o voto aberto, praticamente assegurava a presidência ao desembargador mais antigo no cargo e que ainda não tivesse ocupado o posto.
Três nomes
Com o novo cenário, a definição do próximo presidente se torna imprevisível. Entre os nomes cotados estão o desembargador José Paulo Calmon Nogueira da Gama — o mais antigo entre os elegíveis —, o atual corregedor-geral de Justiça, Willian Silva, e a desembargadora Janete Vargas Simões.
Embora nenhum deles tenha oficializado candidatura, as articulações já ocorrem de forma discreta nos corredores do tribunal.
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