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Segurança

Operação Pomar: Polícia Federal investiga caso de estelionato no ES

PF identificaram a abertura e movimentação de mais de 100 contas bancárias vinculadas à CAIXA

Por Redação

2 mins de leitura

em 05 de jun de 2024, às 17h44

Foto: Divulgação/Polícia Federal

Na manhã desta quarta-feira (5), a Polícia Federal (PF) deflagrou em Vila Velha, a ação ostensiva da Operação Pomar, para o cumprimento de um mandado de busca e apreensão e a implementação de bloqueio de bens dos investigados. Expedidos pela 2ª Vara Federal de Vitória, em razão de fraudes realizadas para abertura de contas bancárias, com documentos falsificados.

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Segundo a PF, durante as investigações, os policiais federais da Delegacia de Repressão a Crimes Fazendários, identificaram a abertura e movimentação de mais de 100 contas bancárias vinculadas à CAIXA, com uso de documentos falsos com similaridades nas fotografias, impressões digitais e assinaturas apresentadas em diferentes documentos.

Nessas contas bancárias, foram realizadas diversas contratações de empréstimos por meio de aplicativos bancários, especialmente na modalidade de Antecipação de Saque Aniversário FGTS, que totalizaram mais de R$ 8 milhões em movimentações fraudulentas.

Também foram identificadas “contas laranja”, assim denominadas as contas bancárias interpostas de terceiros, utilizadas na fraude para repasse de valores aos verdadeiros estelionatários, em transferências bancárias indevidas e movimentações financeiras ilícitas envolvendo contas da CAIXA e de outras instituições bancárias.

Segundo a PF, o alvo da Operação Pomar, foi uma mulher que apresentou ao menos 3 documentos de identidade falsos com nomes diferentes e a mesma foto para abertura de “contas laranja” em instituições bancárias. Ela integra um grupo investigado na Operação Ouvido de Mercador, deflagrada pela Polícia Federal em outubro do ano passado.

A partir do material apreendido, a Polícia Federal aprofundará as investigações objetivando a recuperação de valores e a identificação de outros eventuais envolvidos nas fraudes.

A pena para o crime de estelionato é de 1 a 5 anos de reclusão e multa.

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