Cidades

Garota que vendia trufas para comprar óculos causa comoção em Cachoeiro

Keylla enfrentava grandes dificuldades para enxergar, e o valor do óculos era de R$1.200,00.

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Foto: Divulgação/Unimed Sul Capixaba

Uma menina de 11 anos comoveu a todos com sua determinação. Keylla Bahia Gomes vendia trufas caseiras na porta da escola para comprar os óculos que precisava. Keylla enfrentava grandes dificuldades para enxergar, e o valor do óculos era de R$1.200,00.

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Nesta última sexta-feira (13), a equipe do projeto ViVer, da Unimed Sul Capixaba, presenteou a garotinha com uma consulta e com os óculos necessários.

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“Ela é uma menina muito determinada. Mesmo com poucos recursos, encontrou uma forma de tentar resolver o problema sozinha”, destacou Valéria, orgulhosa da aluna do 5º ano. Com o apoio da Secretaria de Educação, o caso foi identificado e tratado com a urgência que merecia.

O projeto ViVer ocorre desde outubro de 2015, quando a Unimed Sul Capixaba implantou o primeiro Núcleo Feminino Cooperativista do Brasil. Junto com o núcleo, iniciou-se o projeto “Viver Unimed”.

O projeto ocorre em parceria com a Secretaria Municipal de Educação, um programa de apoio. A Secretaria indica uma escola, e a Unimed se reúne com a diretora para viabilizar a ação dentro da instituição. As professoras participam de um curso de capacitação com um oftalmologista, que fornece uma tabela para identificar problemas de visão nas crianças.

Após a identificação, realiza-se um mutirão para exames oftalmológicos. As crianças passam pelo exame e escolhem a armação dos óculos em uma ótica indicada pelo núcleo feminino. Dentro de 10 a 15 dias, os óculos são entregues.

Independentemente do número de crianças que precisam de óculos, a Unimed confecciona os óculos conforme o resultado do exame oftalmológico.

Segundo Danine de Souza Rodrigues, Analista de Responsabilidade Social:

Recentemente, uma escola foi contemplada pelo projeto. A diretora relatou que uma aluna, que precisava de óculos com um custo de R$1.200,00, havia pedido autorização para vender bombons na escola. No entanto, a venda só poderia ocorrer na porta da escola. A criança, que já tinha o diagnóstico e a receita dos óculos, foi atendida pelo projeto. O núcleo feminino decidiu ajudar, e os óculos foram entregues à aluna após uma nova confirmação médica do grau.

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