
Ex-assessor de Moraes é denunciado pela PGR ao STF
Na denúncia, Gonet ainda diz que o ex-servidor tentou colocar em dúvida a legitimidade do processo eleitoral e prejudicar as investigações sobre atos anti-democráticos.

Na denúncia, Gonet ainda diz que o ex-servidor tentou colocar em dúvida a legitimidade do processo eleitoral e prejudicar as investigações sobre atos anti-democráticos.

Ele afirmou que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), relator do caso, é um criminoso que precisa ser retirado do cargo e preso

Foram executadas medidas cautelares diversas da prisão, incluindo a proibição de deixar o País e de manter contato com outros investigados

A Lei Magnitsky prevê proibição de entrada nos Estados Unidos e confisco de bens, além de proibir a prestação de serviços ao sancionado em caráter "extraterritorial".

O filho "03" do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) classificou o Brasil como uma "ditadura" e alegou perseguição política a si, ao pai e a apoiadores

Bolsonaro está proibido de sair de casa desde 4 de agosto, quando o próprio Moraes colocou o ex-presidente em regime domiciliar

Em todas as ações penais, prevaleceu o voto do relator, ministro Alexandre de Moraes, que entendeu que os réus integravam um grupo com a intenção de derrubar o governo democraticamente eleito em 2022

Os membros da família, no entanto, não poderão levar celulares e filmar a reunião.

Segundo os advogados, Bolsonaro não descumpriu a medida cautelar que o proíbe de usar as redes sociais, incluindo perfis de terceiros.

Moraes afirma que Bolsonaro utilizou redes sociais de aliados – incluindo seus três filhos parlamentares – para divulgar mensagens com “claro conteúdo de incentivo e instigação a ataques ao STF

O gesto ocorreu horas depois de Moraes ser alvo de sanções internacionais pelos Estados Unidos, com base na chamada Lei Magnitsky.

O próprio governo norte-americano pode reverter a sanção caso avalie que ela não atende mais aos interesses de segurança nacional.