
STF reforça segurança após ameaças antes de julgamento de Bolsonaro
A Corte deve se reunir com a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) nesta sexta-feira (21) para definir estratégias de segurança.

A Corte deve se reunir com a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) nesta sexta-feira (21) para definir estratégias de segurança.

Eduardo era o favorito para assumir a Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CREDN), o que era alvo contestação do PT.

Apesar da mobilização, ministros do STF consideram que a manifestação não terá influência no julgamento de Bolsonaro e de outros investigados pelos atos antidemocráticos e pelo inquérito do golpe.

O evento deve reunir apoiadores ao longo do dia e contará com a presença de aliados políticos do ex-presidente, incluindo governadores, deputados e senadores.

O nível de confiança do levantamento é de 95%, com uma margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Essa não é a primeira vez que Bolsonaro se manifesta sobre o assunto.

Caso a ação seja instaurada, a fase seguinte do processo incluirá depoimentos de testemunhas e a produção de novas provas.

As críticas se baseiam na proximidade do frei com a produtora Brasil Paralelo, conhecida por conteúdos alinhados à direita, e na sua associação ao bolsonarismo.

Após a entrega de todas as defesas, o julgamento da denúncia vai ser marcado pelo STF.

O pedido foi apresentado pelo líder do PT na Câmara, deputado Lindbergh Farias (PT-RJ), e pelo vice-líder, Rogério Correia (PT-MG).

A defesa prévia é a primeira oportunidade formal dos acusados de se manifestarem antes da instauração de uma ação penal.

Além do ex-presidente, o pastor Silas Malafaia, aliado de Bolsonaro, organiza a manifestação. O protesto no Rio de Janeiro segue marcado para 16 de março.