
“Um filme de terror”, diz delegado sobre grávida esquartejada em Cachoeiro
Delegado Felipe Vivas compara assassinato de grávida em Cachoeiro a filme de terror e relata que brutalidade do crime chocou policiais.

Delegado Felipe Vivas compara assassinato de grávida em Cachoeiro a filme de terror e relata que brutalidade do crime chocou policiais.

Tia de Juliana Paulo Pinto, grávida de quatro meses assassinada em Cachoeiro, relembra trajetória da jovem e pede justiça.

Segundo o delegado Felipe Vivas, suspeitos alegaram crise de ansiedade, registraram boletim de ocorrência e fizeram trajeto mais longo para tentar afastar suspeitas.

Vídeo mostra casal em posto de gasolina no bairro Coramara, em Cachoeiro. Segundo a polícia, corpo esquartejado de grávida estava no Fusca.

Juliana Paulo Pinto e o ex-marido mantinham uma relação conturbada desde o início do ano, marcada por desentendimentos envolvendo a separação e a convivência do filho de 11 anos com o pai.

Ex-marido teria usado promessa de reconciliação para atrair Juliana até sua casa, onde ela foi assassinada em Cachoeiro, segundo delegado.

Polícia Civil suspeita que casal planejou a morte de grávida em Cachoeiro. Vítima tinha histórico de conflitos com ex-companheiro.

Suspeito teria comprado galões de gasolina antes de seguir para a região de Monte Líbano, em Cachoeiro de Itapemirim, onde o corpo de Juliana Paulo Pinto foi encontrado carbonizado.

Segundo o delegado Felipe Vivas, suspeito atraiu Juliana Paulo Pinto até uma casa no bairro Zumbi, onde teria cometido o crime. Corpo foi encontrado carbonizado na região de Monte Líbano.

Juliana Paulo Pinto, de 29 anos, estava desaparecida desde segunda-feira (12). Corpo foi encontrado na região de Monte Líbano.

Homem era procurado após a companheira ser ferida a facadas na manhã desta quinta-feira (1º), no bairro Novo Parque, em Cachoeiro.

Imagens registraram o momento em que uma mulher foi atacada a facadas no Novo Parque, em Cachoeiro. Suspeito fugiu após o crime.